segunda-feira, 2 de maio de 2016

A Confissão do Rei

Para começarmos o segundo ano do curso da Escola Profissional de Teatro de Cascais em grande, fomos desafiados com a temível peça Hamlet, de William Shakespeare, e com a não menos temível Beatriz Batarda, que nos acompanhou nesse módulo.
Foi-nos proposto escolher um monólogo da peça e trabalhá-lo de acordo com a técnica Shakespeariana. Escolhi a Confissão do Rei por achar que seria um grande desafio.

Figuração na peça Marat Sade

Decidi passar o Verão do primeiro ano do curso em Cascais. Não na praia, mas no Teatro Experimental. 
Depois de uma primeira experiência no palco do Auditório Beatriz Costa, em Mafra, com a Academia de Actores, voltei a pisá-lo ao fazer figuração na Prova de Aptidão Profissional dos meus colegas finalistas.
O Marat Sade, peça de Peter Weiss passada num manicómio, foi uma experiência realmente louca. Apesar de os figurantes do primeiro ano permanecerem a maior parte da peça nas laterais do palco, de modo a ser criada uma sensação de claustrofobia no público, enquanto que os do segundo ano estavam em palco, a grande aprendizagem que adquiri ao fazer parte deste projecto foi essencial para conseguir dar o melhor de mim no tão difícil segundo ano do curso.
Coloco em baixo fotos e um vídeo sobre o espectáculo de modo a que consigam perceber a sua incrível dimensão artística.













Poetas em Coimbra

Através do nosso professor poeta Carlos Carranca, o primeiro ano da Escola Profissional de Teatro de Cascais foi convidado a ir à Casa Museu Miguel Torga homenagear o escritor.
Aí declamámos o seus poemas Cantilena da Pedra e Livro de Horas.
Foi um momento muito bonito que partilho aqui convosco.








domingo, 1 de maio de 2016

Inês Pereira na Farsa de Inês Pereira

Ainda no primeiro ano do curso interpretei a personagem Inês Pereira na Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, sob a direcção da professora Teresa Côrte-Real.












Monólogo da Maria Parda

Quem é que poderia adivinhar que ao entrar na Escola Profissional de Teatro de Cascais iria logo dar de caras com uma bêbada?
Foi um prazer dividir este monólogo de Gil Vicente com as colegas da minha turma.
Este exercício, desenvolvido ao mesmo tempo que o Auto da Barca do Inferno, também foi direccionado pela professora Maria Camões.










Anjo em Auto da Barca do Inferno

No primeiro exercício na Escola Profissional de Teatro de Cascais trabalhámos o Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, no qual dividi a personagem Anjo com duas colegas do curso.
Este exercício foi direccionado pela professora Maria Camões.








sábado, 30 de abril de 2016

Trabalho Pessoal

Neste blog pretendo retratar o meu pequenino (estou a esforçar-me para que cresça!) percurso artístico.
Poderia começar por abordar a minha passagem pelos "clubes de teatro da escolinha" (dos quais quase todos nós, amantes de teatro, fizémos parte), ou partilhar com vocês o meu entusiasmo quando abriu uma Academia de Actores em Mafra, vila da qual moro perto (vivo numa aldeia a 12 km de Mafra), onde andei durante dois anos. 
Foi nessa Academia que descobri que queria representar para o resto da minha vida e na qual o meu querido professor Carlos Romana (estou-lhe eternamente grata) me indicou a Escola Profissional de Teatro de Cascais como o próximo passo a seguir, incentivando-me e ajudando-me a passar as tão temidas provas de admissão.
Porém decidi localizar o meu primeiro post já no sítio que foi um dos marcos mais importantes da minha (curta) existência: a Escola Profissional de Teatro de Cascais, onde fui tão feliz. Deixo-vos aqui um link para um vídeo de apresentação da minha escola (sim, ainda continua a ser minha, apesar de já ter terminado o curso faz quase um ano).
Partilho convosco o primeiro trabalho que apresentei nesta escola aos meus colegas e ao professor Luís Barros.
Neste trabalho, podíamos criar o que quiséssemos, tendo como limite temporal cinco minutos. Depois de dar voltas e voltas à cabeça (no meio de tantos pensamentos e ideias, como optar?), decidi guiar-me pelo próprio nome do trabalho proposto (trabalho pessoal)  e concentrar-me sobre o meu ser. Escrevi um texto sobre mim, no qual abordei os meus desejos e sonhos, as minhas inquietudes e medos, etc, e decidi confrontar-me, olhar-me ao espelho, usando um manequim para me personificar, reflectir.
Guardo na memória este primeiro trabalho com muito carinho.