Em Junho de 2018, tive oportunidade de fazer parte do espectáculo Atlas, de Ana Borralho e de João Galante, no qual participaram cem pessoas. Foi uma experiência muito boa. Pessoas completamente diferentes entre si, em termos de profissão, maneira de estar na vida, gostos e interesses, compunham o elenco. O espectáculo foi apresentado no São Luiz - Teatro Municipal.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
Festival F.I.N.D. (Festival International for New Drama) no Teatro Schaübuhne, em Berlim
Em Abril de 2018 tive a oportunidade de fazer parte de um programa pedagógico intitulado F.I.N.D. +, inserido no festival F.I.N.D. (Festival International for New Drama) no Teatro Schaübuhne, em Berlim, dirigido por Thomas Ostermeier.
Foi uma experiência inigualável. Durante 10 dias (de 6 a 15 de Abril) 16 alunos finalistas escolhidos da ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema) tiveram contacto com 59 estudantes de Teatro - Interpretação, e de Encenação, de diferentes escolas de teatro do Mundo: do Consérvatoire National Superieur d'Art Dramatique, em França, da Ernst Busch School, em Berlim, da University of Fine Arts, em Berlim, e da Tisch School, em Nova Iorque. Através de um sistema de rotatividade, aprendemos juntos em diversos workshops de teatro e movimento. Trabalhámos com Wiebke Nonne e Philip Rost, pedagogos da Schaübuhne que nos deram o primeiro workshop intitulado Get to Know to Each Other; com Mike Bernardin, um actor e encenador britânico, que nos ensinou Técnica de Meisner; com Monika Gossmann, que nos ensinou uma técnica chamada Lucid Body, e com Jan Pappelbaum, o cenógrafo da Schaübuhne.
Vimos vários espectáculos inseridos no Festival, algo que foi incrível, pois tive acesso a criações de encenadores que sempre sonhei ver as suas peças ao vivo. Experienciámos os espectáculos Que haré yo con esta espada?, de Angélica Liddell; Returning to Reims, de Thomas Ostermeier; Evel Knievel contra Macbeth na terra do finado Humberto, de Rodrigo García; Kind Of, de Ofira Henig; Inflammation du verbe vivre, de Wajdi Mouawad; El Hotel, pelo Teatro la María e com encenação de Alexis Moreno e de Alexandra von Hummel; Saigon, de Caroline Guiela Nguyen (a minha peça preferida de todo o festival: IN-CRÍ-VEL!); BLACK OFF, de Ntando Celle, e LENIN, de Milo Rau.
Ainda tivémos oportunidade de conhecer a fantástica cidade que é Berlim.
Foi uma experiência maravilhosa, que irei recordar para sempre.
Foi uma experiência inigualável. Durante 10 dias (de 6 a 15 de Abril) 16 alunos finalistas escolhidos da ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema) tiveram contacto com 59 estudantes de Teatro - Interpretação, e de Encenação, de diferentes escolas de teatro do Mundo: do Consérvatoire National Superieur d'Art Dramatique, em França, da Ernst Busch School, em Berlim, da University of Fine Arts, em Berlim, e da Tisch School, em Nova Iorque. Através de um sistema de rotatividade, aprendemos juntos em diversos workshops de teatro e movimento. Trabalhámos com Wiebke Nonne e Philip Rost, pedagogos da Schaübuhne que nos deram o primeiro workshop intitulado Get to Know to Each Other; com Mike Bernardin, um actor e encenador britânico, que nos ensinou Técnica de Meisner; com Monika Gossmann, que nos ensinou uma técnica chamada Lucid Body, e com Jan Pappelbaum, o cenógrafo da Schaübuhne.
Vimos vários espectáculos inseridos no Festival, algo que foi incrível, pois tive acesso a criações de encenadores que sempre sonhei ver as suas peças ao vivo. Experienciámos os espectáculos Que haré yo con esta espada?, de Angélica Liddell; Returning to Reims, de Thomas Ostermeier; Evel Knievel contra Macbeth na terra do finado Humberto, de Rodrigo García; Kind Of, de Ofira Henig; Inflammation du verbe vivre, de Wajdi Mouawad; El Hotel, pelo Teatro la María e com encenação de Alexis Moreno e de Alexandra von Hummel; Saigon, de Caroline Guiela Nguyen (a minha peça preferida de todo o festival: IN-CRÍ-VEL!); BLACK OFF, de Ntando Celle, e LENIN, de Milo Rau.
Ainda tivémos oportunidade de conhecer a fantástica cidade que é Berlim.
Foi uma experiência maravilhosa, que irei recordar para sempre.
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Programa de Mobilidade ERASMUS + - Escola Rose Bruford College, em Londres
Neste momento, através do Programa de Mobilidade Erasmus + na Rose Bruford College (vide https://www.bruford.ac.uk/courses/actor-and-performer-training-ma-mfa/), num programa intitulado Actor and Performer Training, que faz equivalência com o primeiro semestre do terceiro ano da Escola Superior de Teatro e Cinema.
Apesar de ser finalista de uma licenciatura em Teatro - Ramo Actores, entrei num programa de mestrado (MA) denominado Actor and Performer Training, direccionado pelo pedagogo, actor e director Gabriel Gawin (vide a sua biografia aqui: https://www.bruford.ac.uk/staff/profile/gabriel-gawin-ma-programme-director/).
O primeiro módulo do programa, o qual irei frequentar, designa-se como The Advanced Actor. Este tem como objectivos estabelecer um grupo solidificado e coeso, de modo a potencializar um autêntico trabalho colectivo, porém o trabalho individual também é igualmente desenvolvido. O curso tem como preocupação desenvolver técnicas e capacidades vocais, físicas e intelectuais. O trabalho de canto, texto e de personagem também é uma prioridade no trabalho desenvolvido. Tudo isto é acompanhado por uma prática teórica (Módulo 2 - Writing/Vade Mecum). Neste módulo é suposto conquistarmos uma escrita criativa e crítica, encontrarmos metodologias de trabalho, aprendermos a pensar o teatro de uma forma global, desenvolvermos considerações éticas e culturais, e investigar áreas do nosso interesse pessoal. Iremos ter aulas no Theatre Delicatessen (Deli Studios), em Liverpool Street, e em St. Barnabas Arts Hall, em Dalston.
Podem visualizar o vídeo abaixo de modo a ficarem a conhecer melhor as premissas do curso.
Podem visualizar o vídeo abaixo de modo a ficarem a conhecer melhor as premissas do curso.
Estou muito entusiasmada em relação a esta nova aventura!
Oficina de Teatro Agora, Faz tu!, de Rui Catalão
Em Setembro de 2017, participei na Oficina de Teatro Agora, Faz tu!, na Biblioteca de Marvila, um bairro de Lisboa, direccionado pelo artista Rui Catalão (vide a sua biografia - https://www.artemrede.pt/v3/index.php/pt/espetaculos/arquivo/item/371-rui-catalao -, e visualize este vídeo https://www.youtube.com/watch?v=puEwkj3aFx8). Este workshop esteve inserido nos dias de Marvila, uma parceria entre o Teatro Maria Matos e a Biblioteca de Marvila (vide http://www.teatromariamatos.pt/explorar/ep-04-especial-dias-de-marvila/ e http://visao.sapo.pt/actualidade/visaose7e/ver/2017-09-22-Os-Dias-de-Marvila-vao-por-o-bairro-lisboeta-no-mapa-das-artes).
Neste workshop abordámos o teatro como se de um jogo se tratasse. A premissa deste era fazer uma pergunta a outro participante, e este, num primeiro nível de exploração, teria que fazer outra pergunta a outro colega no seguimento da que lhe foi colocada, ou, num nível posterior, responder à resposta com a verdade, usando a sua biografia (a sua própria experiência ou a observação da experiência de outros). É como se, desta maneira, nos tornássemos actores dramaturgos. As perguntas devem ser atrevidas e "provocadoras", de modo a que as acções teatrais sejam interessantes. A maneira como narramos uma história também é muito importante, pois é através desta que conseguimos "agarrar" uma genuína e sincera atenção dos espectadores, tal como a relação que construímos com o público e com quem partilhamos o palco. É um jogo em que é necessário estarmos permanentemente activos e atentos, pois encontramo-nos a improvisar sobre regras previamente delineadas. É difícil explicar o trabalho De modo a perceberem melhor a dinâmica dos exercícios propostos, vide https://www.youtube.com/watch?v=Xf8R2Wlr6EY.
Este workshop teve como resultado um espectáculo apresentado na própria Biblioteca de Marvila, no qual os participantes partilharam o palco com actores que trabalham com o Rui Catalão há dois anos (https://www.viralagenda.com/pt/events/395672/rui-catalao-e-agora-nos e http://lisboanarua.com/lisboanarua/evento/e-agora-nos/).
Foi uma experiência muito difícil e desafiante, mas igualmente enriquecedora.
1) Rui Catalão no workshop Agora, Faz tu!
Fotografia de Catarina Gonçalves
2) Actores do espectáculo E Agora Nós!
5) A receber indicações de Rui Catalão, após o espectáculo
Workshop O Sentido dos Mestres, com Juni Dahr, inserido no Festival Internacional de Teatro de Almada
Este ano, fui mais uma vez ao incrível Festival Internacional de Teatro de Almada, no qual tive oportunidade de frequentar um workshop direccionado pela igualmente fantástica actriz e encenadora norueguesa Juni Dahr (vide o seu percurso artístico aqui: http://www.imdb.com/name/nm0197233/?ref_=fn_al_nm_1). Juni Dahr fundou a sua própria companhia de teatro, algo que me fascina. Podem ficar a conhecê-la acedendo ao seguinte link: http://www.dahr.no/.
Nas sessões de trabalho debruçámo-nos sobre o universo de Ibsen, repleto das suas misteriosas e "indecifráveis" personagens femininas. Juni Dahr ensinou-nos a sua complexa linguagem, ao confrontar-nos com o subtexto e as entrelinhas existentes nas suas peças. Juntámo-nos em pares e trios e trabalhámos duas cenas de Hedda Gabler, a peça com a qual Juni Dahr nos presentou no Festival de Teatro de Almada, nas quais explorámos o espaço e o texto. Este trabalho foi interessantíssimo, na medida em que, como espectadores das cenas dos colegas, observávamos que realmente estas cresciam (em termos de criação do ambiente da cena, da relação dos actores entre si, da sua interpretação, etc), de acordo com as indicações dadas por Juni Dahr. No workshop também fizémos vários exercícios físicos, de modo a nos conectarmos connosco próprios, e com o grupo. Sinto que aprendi muito neste workshop.
Podem ficar a conhecer a premissa deste workshop através da visualização desta página web: http://www.ctalmada.pt/festivais/2017/actos_complementares.html.
1) Juni Dahr a interpretar Hedda Gabler, na Casa da Cerca, em Almada
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Marcha do Alto do Pina'17
Fui assistente do ensaiador Jean Paul Bucchier (vide a sua biografia aqui: https://www.estc.ipl.pt/jean_paul_bucchieri/) nas Marchas do Alto do Pina, de Março a Junho de 2017.
Gosto imenso deste trabalho. É muito interessante gerir um grupo de quarenta e oito pessoas, na qual estas têm de estar em plena sintonia, em termos coreográficos, dirigir a orquestra, em termos de a sonoridade da música ter de estar em harmonia com a dança, criar uma coreografia tendo em conta a natureza dos figurinos e dos arcos, ter de corresponder às exigências artísticas da direcção da Marcha, etc.
Podem visualizar a prestação do Alto do Pina no Meo Arena através do seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=CqCz0kr9brQ
No vídeo abaixo, podem ver a coreografia da Marcha do Alto do Pina na Avenida.
1) Eu e a Madrinha, Filipa Cardoso
Exercício Hamlet, de William Shakespeare
No segundo semestre do segundo do curso de Teatro - Ramo Actores, da Escola Superior de Teatro e Cinema, trabalhámos a peça Hamlet, de William Shakespeare, com o professor Carlos Pessoa.
Interpretei a primeira metade da personagem Hamlet num elenco, e a personagem Voltemando no outro elenco.
Fizemos este exercício no Grande Auditório da escola, algo que nos exigiu muito em termos de técnica vocal e corporal. É muito interessante trabalhar verso isabelino, pois a métrica é completamente diferente. Dizer as palavras escritas por Shakespeare, devido à sua ambiguidade e complexidade, é muito desafiante, mas também muito gratificante, pois, como actriz, é possível trabalhar muito o texto, de modo a torná-lo o mais dinâmico possível.
Gostei muito deste processo.
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